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Pink Floyd
Pink Floyd é uma puta referência musical, e isso é fato. Não só por ter influênciado grandes bandas e até mesmo o Falcão (vide Atirei o pau no gato), mas por ter se consolidado como uma vanguardista, tendo inclusive inventado toda essa história de sincronizar filmes com álbuns. Já ouviu falar em Dark side of the Rainbow, a famosa sincronia de Dark Side of The Moon com O Mágico de Oz?
Em 2003, o Easy Star All Stars, banda Nova-Iorquina de Reggae e Dub, lançava seu primeiro trabalho, The Dub Side of The Moon, que como o próprio nome diz, é a versão Dub do Dark Side of The Moon. Mas engana-se quem acha que é apenas um bando de músicas cantadas por um vocalista com sotaque Jamaicano, com acordes simples de guitarra e cheiro ce Cânhamo. Dub Side of The Moon é, na minha humilde opinião, o melhor e mais original tributo ao Pink Floyd. Isso porque presta a homenagem sem descaracterizar o som, e ao mesmo tempo, sem parecer mais um coverzinho.Curtiu? Então aproveite pra baixar aqui o som:
Easy Star All Stars - The Dub Side of The Moon
E é isso ai, irmão. Esse é o meu Testemunho. Declaro que o referido é verdade e dou fé.
São Paulo, 13 de novembro de 2007.
Abraço!
Sugestão de Playlist:
1. Easy Star All Stars - Step it pon the Rastaman Scene
2. Muse - Apocalipse Please
3. Janis Joplin - Move Over
4. Toquinho e Vinícius - A Tonga da Mironga do Kabuletê
5. Rage Against The Machine - Renegades of Funk
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Primeiramente, o anúncio oficial de que o Led Zeppelin irá se reunir para um show em homenagem ao fundador da Atlantic Records, Ahmet Ertegun, em novembro desse ano. Óbviamente, Londres será o palco da apresentação, que reunirá Jimmy Page, Robert Plant, John Paul Jones e o filho do falecido John Boham, Jason Boham. O "showzinho" está marcado para 13 de novembro e vai custar a bagatela de 125 libras, com compra máxima de 2 ingressos por pessoa. Pra saber mais, entre aqui no site do tributo.
O que está confirmado, meus amigos, é o show apoteótico e de tamanho reduzido do Propagandhi. Ah sim! Em outubro os canadenses estarão aqui, e eu estarei lá pra ver e bater cabeça. Vão ser 6 shows no Brasil, sendo um deles em São Paulo, no dia 6. O Hangar 110, atualmente interditado por conta de irregularidades relacionadas à lei "Cidade Limpa" (leia-se colar cartazes na rua), irá sediar o show na capital, se Deus quiser! E se não quiser, eu vou pra Santos, no dia 5! Vai ser muita bica na cara, vômito no chão, e progressive-trash-speed-metal-hardcore-ultra-político na cabeça!
Mas voltando ao Pink Floyd, já diria Raul Seixas que "Quem não tem colírio, usa óculos escuro. Quem não tem filé, come pão e osso duro". Digo isso pois o Australian Pink Floyd sim, o cover mais fiel do mundo, confirmou show no Brasil. Coincidentemente, o show de São Paulo cairá no dia 5 de Outubro. Pra quem tiver oportunidade (e cacife), deve ser um puta show, com direito a efeitos especiais, timbres de guitarra aveludados e música lisérgica.
E por fim, pra fazer um jabazinho, peço a você que dê uma mão pra uma banda de colegas, o Dilei. Eles estão participando do Festival Mente Aberta e estão entre os 12 finalistas. Tudo que você precisa fazer é entrar no site (clicando aqui) e clicar no segundo vídeo da esquerda para a direita, na parte superior. Depois de votar, basta confirmar o seu voto através de um e-mail que chegará na sua caixa de entrada. E pronto. Ai você pode aproveitar pra ver o vídeo e se quiser, baixar o CD no próprio site dos caras. Eu já baixei, mas ainda não ouvi.
E é isso ai. Volto qualquer hora com mais música pra cabeça. Abraço!
Sugestão de playlist
1. Lenine - Hoje eu quero sair só
2. Propagandhi - A Speculative Fiction
3. Fu Manchu - Mongoose
4. Cidadão Instigado - O pinto de peitos
5. Led Zeppelin - Since I've been loving you
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Animals (de 1977), é um álbum conceito, baseado no livro “A Revolução dos Bichos” de George Orwell, que fala sobre a tomada de poder numa fazenda através de uma rebelião comandada pelos animais.
Em seguida, inicia-se “Pigs (Three Different Ones)”, talvez a letra mais direcionada do álbum, metendo o pau nos políticos ingleses (com referências diretas a Margaret Thatcher e a Mary Whitehouse). A linha de baixo marcante, a guitarra funkeada, e o toque do cowbell de Nick Mason dão as pinceladas mestras. Mas não acaba por ai, pois em seguida vem um dos melhores solos de Gilmour, acrescido do psicodélico Vocoder. Na minha humilde opinião a melhor faixa do álbum.
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