sábado, 16 de janeiro de 2010
The Phenomenal Handclap Band
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Phenomenal Handclap Band
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Business Time
Agora o 115dB tá modernoso e tem Podcast. Aliás, provavelmente a maioria das coisas virá em forma de podcast agora, a não ser que a situação peça um bom texto. Pra ouvir, basta clicar no Play ai embaixo, e à medida que formos acumulando, teremos nosso podcast player ao lado. Ai é só clicar em menu e escolher o episódio.
Nesse primeiro, explico o porquê de tudo isso, e falo de Flight of the Conchords.
Abraço!
Sugestão de playlist:
1. Bina & Ehud - Forró no Harlem
2. Bob Seger - Her Strut
3. Flight of the Conchords - Robots
4. Motocontínuo - As Maravilhas da Cidade Grande
5. Ram Jam - Black Betty
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terça-feira, 28 de julho de 2009
Reativando
Opa!
Depois de mais de 6 meses fora do ar, tá na hora de reativar isso aqui. Muito aconteceu nesse meio tempo. Descobri uns sons bons, sai e voltei de SP, teve gente indo pra fora também, e com certeza dá pra aproveitar o que acumlamos de lá pra cá. De antemão já aviso que vamos falar de Buffalo Springfield, Flight of the Conchords, Bina & Ehud, e por ai vai. Sugestões são sempre bem-vindas também.
Stay Tuned!
Abraço!
Sugestão de playlist:
1. Bina & Ehud - Lamento Sertanejo
2. Buffalo Springfield - Rock n' roll Woman
3. Freddie King - Goin' Down
4. Judas Priest - You've got another thing coming.
5. Slayer - Raining Blood
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terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Ok, ok... I'll lick your legs.
Me deparei hoje com um re-convite para fazer parte desse blog que tanto traz coisas boas aos seus leitores. Escrevi algo aqui a muito tempo atrás, e (digo isso com vergonha) não mais trouxe algo de útil para cá. Obviamente eu dei uma "folheada" no blog antes de postar alguma coisa, pois queria trazer algo de novo (não necessariamente atual) para vossas caixas cranianas. Foi então que eu me deparei com uma citação sobre uma inglesa que participara das famosas "Desert Sessions". Acontece que essa "fish n' chips eater" está vitalícia no meu playlist, atormentando minha mente e trazendo muitas boas influências para mim.
Falemos então de PJ Harvey: Polly Jean Harvey, nasceu na Inglaterra e parou de crescer cedo. É um toco. Porém, seus poucos centímetros não são tão aparentes quando ela faz o que lhe foi incumbido: cantar. Seu primeiro álbum (Dry, 1992) se compõe de músicas densas, com temáticas pesadas. Recomendo.Com um total de 7 álbuns de estúdio lançados, PJ parece não gostar muito de estereótipos e rótulos. Desde Dry, até seu último lançado em 2007, Harvey apresentou dezenas de sonoridades, timbres, vozes e intenções diferentes. Quer algo pesado? Ok, ouça Uh huh her de 2004. Entendi, você precisa sentar e ter espasmos nervosos e musculares: Nada melhor do que White Chalk (o último) na íntegra, onde ela realiza experiências sonoras jamais vistas em sua carreira. Ou, se ainda não se convenceu e está em busca de um álbum que mude a sua vida, recomendo Stories from the City, stories from the Sea (2000). Nesse álbum, nossa querida e tipicamente britânica se inspira em toda sua experiência nos Estados Unidos, especialmente em NY. É uma obra-prima. Com um destaque à música This Mess We're in com a participação de ninguém menos que Thom Yorke.
Infelizmente não posso disponibilizar os links dos álbuns dela porquê estou no trabalho, e aqui temos muitas restrições virtuais (imaginem só: não posso sequer me atualizar no Sandrinha, como faço há anos!), mas deixo a dica: No Orkut, acessem a comunidade DISCOGRAFIAS. É o paraíso. Vocês hão de encontrar tudo o que quiserem dela, e de qualquer outro artista, basta ir na opção "buscar tópicos" ou algo assim.
Deixo aqui algumas sugestões de músicas da moça:
Kamikaze - Stories from the City, stories from the Sea (2000)
Dress - Dry (1992)
Grow grow grow - White Chalk (2007)
The Letter - Uh Huh Her (2004)
To Bring you My Love - Álbum homônimo (1995)
Rid of Me - Álbum homônimo (1993)
Um beijo a todos vocês.
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PJ Harvey
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
From the South...
Pedimos desculpas aos companheiros leitores, pois os deixamos na mão durante esse intenso mês de Novembro.
Here we go...
Quando Eric Clapton conheceu Duane Allman, ele disse algo como: “Duane é uma alma solitária. Um Deus da guitarra!”. Tanto disse, que os dois tocaram juntos em praticamente todo o disco “Layla and Other Assorted Love Songs”, do Derek and the Dominoes. Os dois se conheceram por intermédio de Tom Dowd, produtor de ambos, que levou Clapton ao show dos Allman Brothers em Miami. Quando Duane avistou Clapton na platéia, ele congelou, estourou uma corda e ficou paralisado, restando a Dickey Betts continuar o solo interrompido. Após o show, Clapton o convidou a se juntar ao Derek and the Dominoes nas sessões de gravação. Duane acabou exercendo um papel fundamental no disco, gravando quase todas as canções.
The Allman Brothers Band surgiram no final da década de ‘60 no Estado da Geórgia, Sul dos EUA. São considerados os arquitetos do estilo Southern Rock, que consiste na mistura no Rock’n Roll com o country e o blues. Além desses gêneros, eles ainda incluíram o Jazz à mistura, o que talvez tenha dado o toque especial ao som dos Allman Brothers. A banda era formada originalmente pelo vocalista e organista Gregg Allman, os guitarristas Duane Allman e Dickey Betts, o baixista Berry Oakley, e os bateristas Jai Johanny Johanson e Butch Trucks.
Pouco antes da morte de Duane e Berry Oakley, eles realizaram alguns concertos antológicos nos auditórios Fillmore, de propriedade do notório empresário musical Bill Graham, que hoje possui um site com todo o seu acervo disponível de graça para ouvir. Tais concertos entraram para a história e fizeram dos Allman Brothers uma lenda pelo seu poder de improviso no palco, tocando músicas por mais de 20 min.
O álbum em questão é o “Live at Fillmore”, gravado ao vivo no auditório Fillmore East, em Nova York, nos dias 12 e 13 de Março de 1971, e lançado no mesmo ano. Foi considerado um dos melhores álbuns ao vivo da história, apareceu em 49º lugar na lista dos 500 melhores discos de rock de todos os tempos da revista Rolling Stone e chegou ao 13º posto dos mais vendidos na parada Billboard. Destaque para as músicas "Whipping Post", um tour de force improvisado de 20 min., e "Hot ‘Lanta", um instrumental em que se percebe bem as duas baterias trabalhando juntas.Dizem que “tudo o que é bom, dura pouco”, e infelizmente foi o que aconteceu com os Allman Brothers. A banda estava em alta por conta do álbum ao vivo em Fillmore, lançado em Julho de 1971. Em Outubro, Duane morre em um acidente de moto, e em Novembro do ano seguinte, o baixista Berry Oakley também morre da mesma maneira, apenas a 3 blocos de distância de onde Duane perdera a vida.
A banda continuou em frente com diversos membros diferentes, Warren Haynes vocalista e guitarrista do Govt’ Mule, e Derek Trucks, garoto prodígio da guitarra, sobrinho do baterista Butch Trucks.
Curiosidade
A banda nunca gostou de ser fotografada, e curiosamente na capa do Album todos estão sorrindo alegremente. O motivo: no meio da sessão, Duane avistou um amigo que era também dealer, pegou um punhado de Cannabis e o escondeu entre as pernas, o que fez toda a banda gargalhar.
TRACK – LIST
Lado A
1 – Statesboro Blues
2 – Done Somebody Wrong
3 – Stormy Monday
Lado B
4 – You Don’t love Me
Lado C
5 – Hot ‘Lanta
6 – In Memory of Elizabeth Reed
Lado D
7 – Whipping Post
Download - The Almann Brothers Band - Live at the Fillmore East (Parte 2)
Sugestão de Playlist
1 – Herbie Hancock - Hang Up Your Hangs Ups
2 – Art Blakey and The Jazz Messengers - Dat Dere
3 – Fela Kuti - Zombie
4 – George Harrison - Isn’t It a Pity?
5 – The Allman Brothers Band - Black Hearted Woman
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The Allman Brothers Band
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
With a Little Help From My Friends
Quem não se lembra da abertura abaixo?
Com uma atmosfera otimista, o álbum é quase uma antologia de covers bem sucedidos de Cocker. Além da faixa título, temos Don't let me be misunderstood (mais conhecida pela versão dos Animals), Feelin' allright (de Dave Mason), I Shall Be Released e Just Like a Woman (ambas de autoria de Bob Dylan).
Mas não só de covers vive Joe Cocker. Change in Louise, Marjorine e Sandpaper Cadillac são alguns exemplos de composições suas, regadas de teclados enérgicos, riffs de guitarra marotos e é claro, os melhores backing vocals da praça, liderados pela inconfundível voz do gigante cabeludo. Logo na primeira audição, garanto que o ouvinte esboçará um sorriso em função do clima do álbum, que por sinal é muito coeso. Na minha humilde opinião, é um disco que nos faz sentir melhor, e aplicável em qualquer situação, prefencialmente em doses cavalares. É também um excelente acepipe para degustarmos a obra posterior do velho Joe, que corre o risco de ser contemplada por aqui em breve.
2. John Frusciante - The Will to Death
3. Devendra Banhart - Rose
4. Elis Regina - Atrás da Porta
5. Queens of The Stone Age - God is on the Radio
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Joe Cocker
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Cornerstone Roots
Para aqueles que apreciam Reggae e Dub, apresento-lhes uma pedrada. Banda Neo-Zelandesa, formada em Raglan, no ano de 2001. O Cornerstone Roots faz um som autoral de excelente qualidade, somando pesados riffs de baixo, com letras engajadas e uma sessão rítmica bem entrosada. Apesar de ser Roots, a pegada difere do Reggae Roots que encontramos por aqui (sem juízo de valor para qualquer um dos dois).
Enfim, banda boa, e um bom som pra sair da rotina. Posto aqui principalmente pela dificuldade de encontrarmos material pela web. Sendo assim, disponibilizo o álbum mais recente (Free Yourself, de 2007) e parte do seu antecessor (Soul Revolution, 2003), já que não consegui baixar tudo.
Pra mais informações, visite o site dos caras, assim como o myspace.
Download - Cornerstone Roots - Soul Revolution (2003) (Incompleto)
Download - Cornerstone Roots - Free Yourself (2007)
Abraço!
Sugestão de Playlist:
1. Cornerstone Roots – Wake Up
2. Joe Cocker – Feeling Allright
3. Jimmy Eat World – Get it Faster
4. Marcelo Camelo – Janta
5. Sérgio Mendes – Eu tô voltando
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Cornerstone Roots
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Adeus, Rick


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Pink Floyd
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Gente bronzeada
Resumo rápido e extremamente impreciso
Os Novos Baianos são fruto da musicalidade e das relações sociais internas da Tropicália. No meio da Geléia Geral que foi o movimento, Moraes Moreira topou com Luiz Galvão, por intermédio de Tom Zé. Ambos foram introduzidos posteriormente a Paulinho Boca de Cantor e a Baby Consuelo. Por fim, Pepeu Gomes se junta à farra, e estão formados os Novos Baianos, que contavam ainda com Jorginho na bateria e Dadi no baixo.
Em 1970 lançam É Ferro na Boneca como álbum de estréia – na minha humilde opinião, nada especial – para 2 anos depois, catimbarem a cena musical com Acabou Chorare.

O Álbum
A recente edição brasileira da Rolling Stone apontou o disco como o número 1 do seu Top 100 discos brasileiros. Pra ser sincero, nunca pensei muito no assunto. Listas são complicadas, são muito pessoais e subjetivas. Não sei se concordo. Além do quê, há muito a ser ouvido ainda. Mas ainda assim, é um álbum foda.
O disco abre "ufânico" com Brasil Pandeiro, versão dos Baianos para composição de Assis Valente. Nota-se a influência de João Gilberto já nas primeiras batidas do violão e na levada do samba. Paulinho, Baby e Moraes Moreira dividem os vocais. Em seguida, Preta Pretinha introduz a bateria ao álbum, que depois é largamente explorada em Tinindo Trincando, juntamente aos primeiros sinais de distorção e da influência Tropicalista.
Seguem-se Swing de Campo Grande, os versos surreais de Acabou Chorare, e Mistério do Planeta, pra depois Baby Consuelo voltar cantando Menina Dança feito moleca. Na sequência, Besta é Tu e Um Bilhete para Didi – essa em especial, é uma das melhores. Toda instrumental, começa como samba-choro, na pegada da Brasileirinha, pra depois revelar a guitarra baiana de Pepeu, apimentada como o quê.
O álbum fecha com um Reprise de Preta Pretinha, e em pouco tempo a audição está concluída, percorridos os curtíssimos 36 minutos de gravação. Fica aquela sensação de que Acabou Chorare podia bem ser um álbum duplo. Nada mal né?
Seria pedir demais pra aquela gente bronzeada fazer um Bis?
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terça-feira, 19 de agosto de 2008
Embromando
Stay tuned for the next posts.
Não. Nada terão a ver com estes vídeos.
Sugestão de Playlist:
1. Good Riddance - More Depalma, Less Fellini.
2. Los Hermanos - O Vento.
3. Queens of the Stone age - Leg of Lamb.
4. João Gilberto e Stan Getz - O Grande Amor.
5. Caetano Veloso - Nine out of Ten.
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terça-feira, 29 de julho de 2008
Big Time Orchestra
A coisa tá de rosca, como eu sempre digo de início...
O Show dos caras, com S maiúsculo, que eu presenciei, rolou em Campos do Jordão no sábado, dia 19. Nem sabia que eles eram a banda da noite, mas assim que vi o nome, associei à banda que fecha curtas temporadas no Bourbon Street. Só o fato de estar no Bourbon já me indica um selo de qualidade, e por isso fiquei para checar.
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sexta-feira, 18 de julho de 2008
Hora do Jabá
Tá meio devagar a coisa aqui né? Hoje tem novidade fresca. Temos certeza que vocês nunca ouviram isso aqui. Até porquê é produção nossa (por isso o título). Improviso sem compromisso sobre um standard de blues, gravado no último final de semana na casa do Ito. Check it out, e espero que curtam.
E por fim, observem que há uma nova seção ali na barra lateral, com os próximos reviews e tópicos que iremos trazer aqui. Sintam-se livres para opinar e sugerir temas aqui pra nossa budega.
Abraços!
Sugestão de playlist:
1. Derek and the Dominos - White Room
2. Desert Sessions - Crawl Home
3. Van Morrison - Wild Night
4. Milton Nascimento e Jobim Trio - Tudo o que você queria ser
5. Elza Soares - Não deixe o samba morrer
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terça-feira, 1 de julho de 2008
Infusión Flamenca
Não tenho mais nada para lhes dizer sobre a música. Apenas assistam ao vídeo. Espero que gostem.
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quarta-feira, 25 de junho de 2008
L.A Woman
Seria, no mínimo, injusto tratar bastante de Classic Rock e Blues aqui e não citar The Doors. Pode reparar, não tinha nada aqui do Rei Lagarto e seus comparsas. Mas agora tem, e é pedrada. 3 - Been Down So Long
4- Cars Hiss by My Window
5 - L.A. Woman
6 - L'America
7 - Hyacinth House
8 - Crawling King Snake
9 - The Wasp (Texas Radio e Big Beat)
10 - Riders on the Storm
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The Doors
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Megadeth
Atendendo à alfinetada dada pelo meu irmão e companheiro de blog, volto a ativa nesse blog tão fantástico. E dessa vez não venho falar de um álbum, e sim de um show! E se posso dizer, o melhor show do ano até agora.
O Megadeth, uma das maiores bandas de Thrash de todos os tempos, esteve no Brasil no último fim de semana para uma série de shows. Eu fui no de São Paulo, no Credicard Hall, na última sexta feira dia 6. Sim, eu também acho a casa pequena para um show desses, mas enfim, eu saí vivo de lá.
Sem banda de abertura, por volta das 10:15, o Megadeth subiu ao palco. A galera já estava ensandecida, gritando "Mustaine" e "Megadeth" em intervalos irregulares. Mustaine e sua nova trupe (sim, ele troca de musicos como quem troca de cueca) abriram o show com "Sleepwalker", do novo cd "United Abominations", e sem nenhuma pausa, executaram a clássica "Wake Up Dead". "Take No Prisioners" foi a seguinte, mais uma clássica que ninguem esperava. Foi mortal. Gente caindo no chão, vários moshs, no melhor estilo Megadeth. A galera não parava, e Mustaine também não. "Skin O' My Teeth", "Washington Is Next" (mais uma do cd novo) e a porradeira "Kick The Chair". No meio de kick the chair Dave Mustaine sai do palco bufando de raiva, pois o som não estava bom. Ele já havia reclamado com os roadies durante as três primeiras músicas, sem resultado.Os primeiros acordes de "A Tout Le Monde" surgiram nos falantes e a galera encobriu a voz de Mustaine no refrão. Ele olhava com um sorrisinho maroto. Continuando o massacre, tocaram ainda "Tornado Of Souls", "Ashes In Your Mouth", "Burnt Ice" (t
ambém do cd novo) e a esquisofrenica "Sweating Bullets", até atingir o ápice do show.As três ultimas musicas tinham um significado especial: Se você ainda não morreu, agora é a hora! "Symphony Of Destruction" que também arrancou muitas vozes, foi seguida da clássiquissima (!?) "Peace Sells", e então a destruidora "Holy Wars". Durante Holy Wars, o Credicard Hall era uma única "roda punk", num misto de alegria e tristeza, pois era o fim do show. Mustaine agradeceu muito o público brasileiro, apresentou a banda e até conversou um pouco durante o show (coisa rara, pois ele nunca fala nada).
Parabéns Mustaine e trupe.
SET LIST DO SHOW
Sleepwalker
Wake Up Dead
Take No Prisoners
Skin O' My Teeth
Washington Is Next!
Kick the Chair
In My Darkest Hour
Hangar 18
She Wolf
A Tout Le Monde
Tornado of Souls
Ashes In Your Mouth
Burnt Ice
Sweating Bullets
Symphony of Destruction
Peace Sells
Holy Wars
Para quem está começando a ouvir agora, sugiro o quarto álbum da banda: Rust in Peace.
Abraço!
Sugestão de Playlist
1. Megadeth - Hangar 18
2. Type O Negative - Love You To Death
3. Gemini Five - When The Body Speaks
4. Cradle Of Filth - Chtulu Dawn
5. CKY - Deceit Is Striking Gold
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sexta-feira, 6 de junho de 2008
Bluesbreakers
redor de todo o globo. Como sabemos, a cada dia brota mais música na terra, junto com um bando de lixo descartável. A tarefa é árdua e, ao que parece, estou só neste blog (companheiros autores, isso foi uma alfinetada). Mas como há ainda alguns sobreviventes entre os leitores, trago-lhes uma nova pérola. De antemão já aviso que é blues do bom, feito por quem realmente sabe, na boa década de 60.
Muitos podem dizer que um álbum majoritariamente composto de standards de blues pode ser enjoativo, mas o conjunto faz questão de provar o contrário. Já de cara All Your Love traça para o ouvinte os melhores prognósticos. E o disco segue com mais outras pérolas, como Little Girl e Hide Away, que soa estranhamente familiar a qualquer um que a ouça pela primeira vez (já ouviu falar em inconsciente coletivo?). Clapton ainda aproveita para emprestar o riff de Day Tripper em What I'd Say, e sem dúvida nenhuma se constitui como a grande cereja do bolo de John Mayall. Não por acaso, nessa mesma época surge a famosa inscrição "Clapton is God" nas ruas de Londres.
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sexta-feira, 16 de maio de 2008
It's Palm Desert, Baby.
Sem idéias para um subtítulo melhor...
mas agrupadas em pares, como são os CDs. Para quem não sabe, Desert Sessions são sessões experimentais de música que tomaram lugar no Desert de Joshua Tree, EUA. Lideradas por Josh Homme, frontman do QOTSA, essas sessões reunem diversos músicos da cena Stoner, além de mais um punhado de músicos aleatórios. O resultado é extremamente psicodélico, experimental e diferente de tudo que já ouvimos.
Compiladas no álbum número 5, estão as sessões 9 e 10. Esse álbum em especial tornou-se mais conhecido pela participação bastante ativa de PJ Harvey nas gravações. Prova disso é o single quente de Crawl Home que foi lançado posteriormente e inclui até videoclip. PJ geme deliciosamente sobre uma melodia devassa, merecedora de destaque no conjunto. Mas há também outras pérolas como I Wanna Make it Wit Chu (que depois figurou no Era Vulgaris), In My Head...Or Something (presente no Lullabies to Paralyze), Subcutaneous Phat e Bring it back gentle. É a compilação de sessões melhor estruturada, num esquema mais profissa, com canções mais comerciáveis e ainda assim experimentais.Download - Desert Sessions - Vol. 7 & 8 (2001)
Download - Desert Sessions - Vol. 9 & 10 (2003)
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quarta-feira, 7 de maio de 2008
O mago dos Vegetais
música? Pois bem, vira e mexe, uso expressões gastronômicas para expressar minha opinião sobre alguns sons, vide esse post (abusei, confesso). Mas ontem perambulando pelo Youtube, me deparei com um vídeo com o título no mínimo curioso e que muito tem em comum com música e comida: Cocumber Trumpet "March of Bee". A idéia de um trompete de pepino é realmente incomum, e vendo a imagem do vídeo (um senhor oriental soprando o legume) não pensei duas vezes antes de clicar.Sugestão de Playlist:
1. Johnny Cash - Personal Jesus
2. The Beatles - Savoy Truffle
3. Chico Buarque - Feijoada Completa
4. The Beatles - Glass Onion
5. Queens of the Stone Age - Broken Box
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quinta-feira, 24 de abril de 2008
T's, t-t-t's, t-t-t's... Jazz!
Quando eu penso em uma festa no começo dos anos 70, lotada, regada a muito sexo, drogas e rock'n roll (jazz no caso), com os convidados alucinados e uma pista fervilhando, eu só consigo pensar em uma trilha sonora: Miles Davis, Bitches Brew. Pra quem nunca ouviu falar, essa obra fantástica do mais popular jazzista da história, veio em 1970 e não chegou dando bica na porta, mas jogou uma granada e foi entrando logo atrás pra conferir o estrago.Um dia após o término do Woodstock, Miles Davis e a sua então nova banda entraram nos estúdios da Columbia Records pra gravar um novo conceito, misturar o rock ao jazz. O disco foi produzido de um modo muito peculiar, o que deu a certeza de que realmente algo novo surgiria, pois o trabalho de aproximadamente 94 minutos foi gravado em apenas três dias e os músicos tinham poucas instruções do que iriam fazer na música. O máximo que recebiam era a informação do compasso, alguns acordes, uma dica sobre a melodia e alguma sugestão sobre o clima e o rumo que a música teria que tomar, ou seja, foi bem na base do improviso mesmo. Se você prestar bastante atenção na música homônima ao disco, dá pra ouvir as instruções de Miles sobre o que fazer ou quem iria solar naquele momento.
A pós-produção do álbum também contribuiu para a qualidade sonora do trabalho, porém uma frase me chamou a atenção: “O produtor Teo Macero talvez foi para Miles Davis o que George Martin foi para os Beatles, pois grande parte do sucesso desse disco se deve às suas artimanhas de edição.” Não concordo. Miles foi soberano nesse disco.
Enfim, curtam o som porque é foda. Já aviso de antemão que é um pouco difícil de escutar no começo, mas depois a coisa flui naturalmente.
Tracklist
Disco 1
Pharaoh’s Dance
Bitches Brew
Disco 2
Spanish Key
John Mclaughlin’
Miles Runs The Voodoo Down
Sanctuary
*A versão em cd ainda traz a música “Feio” como bônus.
Sugestão de Playlist
1 – A Night in Tunisia – Art Blakey and the Jazz Messengers
2 – Alligator Bogaloo – Lou Donaldson
3 – Caravan – Duke Ellington
4 – Spanish Key – Miles Davis
5 – Haitian Fight Song – Charles Mingus
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quarta-feira, 23 de abril de 2008
Funksambalanço
Inicialmente seria um post sobre Desert Sessions, mas uma passada por Bourbon Street mudou meus planos.
São Paulo pode ter trânsito, pode ter violência e pode ser poluída. Mas é também uma das maiores capitais culturais do mundo. Aliás, a antropofagia de que eu falei alguns posts atrás é mais do que concretizada aqui na terra da garoa. Porque se temos um Latin Jazz ou uma Bossa lá na Zona Oeste, caindo pra Zona Sul teremos Soul, Funk e Blues, assim como nas outras regiões temos outras variedades.
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